7 Comentários em “Elicarlos acusa Maxi López de racismo após Cruzeiro x Grêmio”

  1. Alex, sou grande fã do seu blog e cruzeirense. E me divirto muito com a leitura deste e até mesmo dos comentários sobre o grêmio, pois acho a rivalidade sadia e importante pro futebol. Mas tenho que deixar aqui minha crítica em relação a este post. O cara mora e trabalha no Brasil e, por mais que ele seja argentino e “macaco” seja uma palavra comum para eles, é uma ofensa racial no contexto brasieiro e é, sim, crime neste país a discriminação por conta da cor da pele de um indivíduo. Estrangeiro ou não, é crime. Se o Varejão chamasse o Kobe Bryant de Nigger (não sei se é assim que escreve), ele jamais poderá alegar que em português não existe a palavra, portanto não é racismo…
    E cá pra nós, no vídeo acima, o Lopez realmente parece querer dizer para o outro: “Seu Brazuca!” ?

    obrigado pelo Blog sempre bacana e pelos ótimos textos
    Abraço

    1. Ótima argumentação caro companheiro Cruzeirense.

      1. É preciso saber bem mais, conhecer de perto o Maxi para podermos dizer se ele sabe ou não o que NO BRASIL significa MACACO.
        Eu vou ser sincero, eu acho que ele teve sim a intenção de menosprezar Elicarlos.

        Mas como vc disse, agora tô mais preocupado é com a repercussão desse fato que com o próprio fato em si.

  2. Alex, claro que não fico chateado por ter dado sua opinião no meu blog sobre esse assunto polêmico.

    Até pelo contrário agradeço-o por contribuir com o debate.

    Confio no que vc diz, mas não tenho conhecimento como vc tem para dar esse tipo de parecer.

    Abraços e…

    Sds. Celestes

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  3. Boa noite, caríssimo. Entendo que “chamar brasileiros de macacos” pode ter se tornado algo “cultural” na Argentina e no Uruguai. Todavia, isso nunca poderá e nem deverá ser visto e ouvido como algo “meramente comum”, pois é um “traço cultural com tendência segregatícia” e precisa ser modificado, urgentemente!

    Ora, estamos em um país onde o negro já carrega muitos estigmas.

    Chamar negro de “macaco”, pessoas do interior de “caipira” e etc. e tal são estereótipos da mesma forma e não devem ser utilizados de forma alguma, pois isso só tende a ampliar o fosso social existente no “Brasil e no mundo”.

    E, por mais que seja “cultural” por aí, não podemos garantir que aquele que ousou chamar o colega de futebol de “macaco” não quis ofendê-lo. Além disso, foi um péssimo exemplo do Máxi López, pois ele sabe das campanhas da FIFA para acabar com o racismo no futebol!

    No mais, gostei bastante do seu espaço.

    Abraços,

    Tânia B. Teodoro

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