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	<title>Comments on: A surreal conversa do técnico Carrasco com os jogadores do River Plate uruguaio</title>
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	<description>Um lugar pra falar de futebol além da conta.</description>
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		<title>By: Bernardo Guimarães - Ópio do Povo</title>
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		<dc:creator>Bernardo Guimarães - Ópio do Povo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 13:49:07 +0000</pubDate>
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		<description>Jejejeje, aqui em Minas em um programa tosquíssimo da Band, bem das antigas, rolava um comentarista que falava essa parada da bola de couro, a vaca come grama e tal.... bizarro!
Eu, como você, também trocaria de time...
Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jejejeje, aqui em Minas em um programa tosquíssimo da Band, bem das antigas, rolava um comentarista que falava essa parada da bola de couro, a vaca come grama e tal&#8230;. bizarro!<br />
Eu, como você, também trocaria de time&#8230;<br />
Abraços!</p>
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		<title>By: Floriano Lott</title>
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		<dc:creator>Floriano Lott</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 21:03:15 +0000</pubDate>
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		<description>A REGRA DEZOITO





A equipe de Topógrafos do Exército estava na região de Salto do Lontra. “Cudoeste” do Paraná. 
Masculino porque Lontra é um rio, e como tal, muito macho.
Hoje aquilo deve ser uma grande cidade, com assalto a bancos, seqüestros relâmpagos e o diabo a quatro. Mas era a década de sessenta. Militar mandava, não pedia.
Olha a gloriosa 64 aí, gente!
Na sede – Povoado – engastado em uma curva do rio, o campo de futebol. Arranca Toco Futebol Clube contra O Serviço Geográfico.
A torcida local se dividia. Os homens amarravam o cabresto da montaria nos palanques e torciam pelos nativos, por quanto o mulheril torcia para os de verde, obviamente.
Quarenta e quatro minutos do segundo tempo, os milicos impingiam uma estrondosa goleada de um a zero.
Eis que de repente – não mais que de repente – o juiz “local” soprou o seu instrumento de trabalho e apontou para onde deveria ter a marca da cal. Peennalltii contra os visitantes.
Bem, a bem da verdade, o sargento-beque-parado do Geográfico dera uma tremenda rasteira no centro-avante do Canela de Vidro Futebol Clube, digo, do Arranca Toco. Isso dentro da grande área.
A milicada cercou o árbitro. Diziam que ( ^ ´ ) fora fora da área. O bandeira confirmou que não fora nem fora nem dentro, muito antes pelo contrário.
Foi aí, exatamente aí, que o sargento Paim, capitão do time dos Topógrafos, se acercou do árbitro e disse, na lata, sem pestanejar: 
- Seo juiz, o senhor está certo! Foi pênalti sim. Claro. Claríssimo. Põe na marca da cal e manda bater contra a gente.
Acontece que o Paim mandava. Mandava mais que bicheiro em Secretário de Segurança no Rio de Janeiro. 
Enquanto um soldado romano esculpido em ébano colocava a pelota na marca, o Paim organizava a barreira.
-Peraí “coronel”! Barreira?!
- Seo Juiz, não vá dizer que Vossa Senhoria desconhece a nova regra dezoito da FIFA.
Pênalti aos oitenta e nove minutos, tem barreira.
E não foi gol, porque o juiz não quis se passar por ignorante da nova regra da FIFA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A REGRA DEZOITO</p>
<p>A equipe de Topógrafos do Exército estava na região de Salto do Lontra. “Cudoeste” do Paraná.<br />
Masculino porque Lontra é um rio, e como tal, muito macho.<br />
Hoje aquilo deve ser uma grande cidade, com assalto a bancos, seqüestros relâmpagos e o diabo a quatro. Mas era a década de sessenta. Militar mandava, não pedia.<br />
Olha a gloriosa 64 aí, gente!<br />
Na sede – Povoado – engastado em uma curva do rio, o campo de futebol. Arranca Toco Futebol Clube contra O Serviço Geográfico.<br />
A torcida local se dividia. Os homens amarravam o cabresto da montaria nos palanques e torciam pelos nativos, por quanto o mulheril torcia para os de verde, obviamente.<br />
Quarenta e quatro minutos do segundo tempo, os milicos impingiam uma estrondosa goleada de um a zero.<br />
Eis que de repente – não mais que de repente – o juiz “local” soprou o seu instrumento de trabalho e apontou para onde deveria ter a marca da cal. Peennalltii contra os visitantes.<br />
Bem, a bem da verdade, o sargento-beque-parado do Geográfico dera uma tremenda rasteira no centro-avante do Canela de Vidro Futebol Clube, digo, do Arranca Toco. Isso dentro da grande área.<br />
A milicada cercou o árbitro. Diziam que ( ^ ´ ) fora fora da área. O bandeira confirmou que não fora nem fora nem dentro, muito antes pelo contrário.<br />
Foi aí, exatamente aí, que o sargento Paim, capitão do time dos Topógrafos, se acercou do árbitro e disse, na lata, sem pestanejar:<br />
- Seo juiz, o senhor está certo! Foi pênalti sim. Claro. Claríssimo. Põe na marca da cal e manda bater contra a gente.<br />
Acontece que o Paim mandava. Mandava mais que bicheiro em Secretário de Segurança no Rio de Janeiro.<br />
Enquanto um soldado romano esculpido em ébano colocava a pelota na marca, o Paim organizava a barreira.<br />
-Peraí “coronel”! Barreira?!<br />
- Seo Juiz, não vá dizer que Vossa Senhoria desconhece a nova regra dezoito da FIFA.<br />
Pênalti aos oitenta e nove minutos, tem barreira.<br />
E não foi gol, porque o juiz não quis se passar por ignorante da nova regra da FIFA.</p>
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